MÉXICO – PLATAFORMAS TECNOLÓGICAS ESTRANGEIRAS – NOVO IVA/ISR (BEPS 1- 2- 4)

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Pessoal!

 
Atenção! Se vc tem clientes no México usando alguma plataforma digital da sua empresa!
Não sei se todos sabem, mas, a nossa NF-e, foi digamos “inspirada” no modelo chileno, que por sua vez foi importado do modelo mexicano; logicamente, ao abrasileirarmos o modelo, levamos para um outro patamar, porque, lá não existe esta história do fisco ser o custodiante do faturamento da empresa; ou seja, lá não precisa pedir permissão para faturar para este ou aquele cliente.
Pois bem, agora o México cria um IVA, para os serviços prestados por empresas estrangeiras que possuem plataformas tecnológicas naquele país oferecendo alguns serviços, como:
venda de serviços de transporte terrestre
serviços de entrega de alimentos
serviços de entrega de bens
serviços de hospedagem
criação e divulgação de conteúdo digital

Bom, aqui no Brasil, o Rio de Janeiro tão ávido em buscar ” melhoria de arrecadação”, já tem a lei Lei 8.795/20 de autoria do governo Witzel, em São Paulo já estabeleceu a inscrição estadual para os sites de ecommerce.
Enfim, na realidade, o movimento do México está amparado por uma reforma tributária, e pelo acordo com a OCDE( BEPS 1, 3, e 4 ),bem diferente do Brasil, onde cada UF tem a sua ação isolada, e que acaba sendo bombardeada por uma série de ADIN. ( ação de inconstitucionalidade).
Quanto às alíquotas praticadas no México:

  • IVA de 16%, igual al nacional, en todas las transacciones de compra
  • Retención de ISR de entre 2% y 8%, en los servicios de transporte terrestre y envío de bienes
  • Retención de entre 2% y 10%, dependiendo de ingresos, para servicios de hospedaje como Airbnb
  • Retención de entre 0.4% y 5.41% para enajenación de bienes y prestación de servicios, como Amazon y Mercado Libre

Os fornecedores estrangeiros devem providenciar a inscrição, baixar o app, na loja de aplicativos.
Se vc acha que este modelo ficará restrito ao México, lêdo engano…Prepare-se, porque, tem ministro que não vê a hora de entrar para a OCDE, e para que isto aconteça, tem uma série de lições de casa, que ainda não foram feitas, mas, que segue este roteiro do México.

seguem mais detalhes da nova obrigação:
En qué consiste

 

A partir del 1 de junio de 2020 entra en vigor el nuevo esquema mediante el cual las empresas extranjeras que prestan servicios digitales a usuarios en México por medio de aplicaciones, están obligadas al pago del Impuesto al Valor Agregado (IVA) por sus servicios.

De igual forma, si las plataformas tecnológicas nacionales o extranjeras, además de prestar servicios digitales prestan servicios de intermediación, tendrán la obligación de retener tanto el Impuesto sobre la Renta (ISR) como el Impuesto al Valor Agregado (IVA) a las personas físicas que enajenen bienes, presten servicios u otorguen el uso o goce temporal y enterar estas retenciones al SAT a más tardar el 17 del mes siguiente a aquel en que se efectuó el cobro.

Si eres persona física con actividad empresarial que enajena bienes, presta servicios o concedes hospedaje a través de internet mediante plataformas tecnológicas, aplicaciones informáticas y similares, este sistema facilita y simplifica el cumplimiento de tus obligaciones fiscales. Podrás ejercer la opción para que las plataformas tecnológicas te retengan el ISR e IVA de forma definitiva y los paguen directamente al SAT, de esta forma quedarás liberado de efectuar declaraciones en virtud de que las retenciones que te efectúen tienen el carácter de pago definitivo.

La retención del ISR se efectúa sobre el total de los ingresos que percibas sin considerar el IVA, mientras que la retención del IVA será del 50% del impuesto trasladado, siempre y cuando estés inscrito en el RFC.

Es importante que consideres que, para aplicar el esquema de retención definitiva, tus ingresos en el ejercicio de que se trate no deben exceder los 300 mil pesos.